segunda-feira, 30 de junho de 2014

Simulados do Blog - Mecânica

Esta prova foi preparada especialmente para você que segue o nosso curso. Resolva as questões e avalie o seu aproveitamento. Sucesso! 

A resolução será publicada na próxima semana.

Borges e Nicolau


Questão 1:
(FATEC-SP)
Em 2013, Usain Bolt, atleta jamaicano, participou de um evento na cidade de Buenos Aires (Argentina). Ele tinha como desafio competir em uma corrida de curta distância contra um ônibus. A prova foi reduzida de 100 m para 80 m devido à aceleração final impressa pelo ônibus. Depois do desafio, verificou-se que a velocidade média de Bolt ficou por volta de 32 km/h e a do ônibus 30 km/h.


(http://tinyurl.com/Bolt-GazetaEsportiva. Acesso em: 26.12.2013. Original colorido)

Utilizando as informações obtidas no texto, é correto afirmar que o intervalo de tempo que Usain Bolt e o ônibus demoraram para completar a corrida, respectivamente, foi, em segundos, de

a) 6,6 e 4,1.
b) 9,0 e 9,6.
c) 6,6 e 6,6.
d) 9,6 e 9,0.
e) 4,1 e 6,6. 


Questão 2:
(IJSO)
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.


I. Se um avião supera a velocidade de 1.250 km/h, ele pode ser considerado supersônico.
II. A velocidade média de uma pessoa em passo normal é de 3 m/s.
III. A velocidade de um corpo em queda livre aumenta cerca de 36 km/h a cada segundo.

a) Somente a afirmativa I é correta.
b) Somente a afirmativa II é correta.
c) Somente as afirmativas I e II são corretas.
d) Somente a afirmativa I e III são corretas.
e) Todas as afirmativas são corretas.


Questão 3:
(Espcex)
Um carro está desenvolvendo uma velocidade constante de 72 km/h em uma rodovia federal. Ele passa por um trecho da rodovia que está em obras, onde a velocidade máxima permitida é de 60 km/h. Após 5s da passagem do carro, uma viatura policial inicia uma perseguição, partindo do repouso e desenvolvendo uma aceleração constante. A viatura se desloca 2,1 km até alcançar o carro do infrator. Nesse momento, a viatura policial atinge a velocidade de:

a) 20 m/s     b) 24 m/s     c) 30 m/s     d) 38 m/s     e) 42 m/s


Questão 4:
(UFPel–RS)
Um automóvel parte de um posto de gasolina e percorre 400 m sobre uma estrada retilínea, com aceleração escalar constante de 0,50 m/
s2. Em seguida, o motorista começa a frear, pois ele sabe que, 500 m adiante do posto, existe um grande buraco na pista. Sabendo-se que o motorista, durante a freada do carro, tem aceleração escalar constante de -2,0 m/s2, podemos afirmar que o carro :

a) para 10 m antes de atingir o buraco;
b) chega ao buraco com velocidade escalar de 10 m/s;
c) para 20 m antes de atingir o buraco;
d) chega ao buraco com velocidade escalar de 5,0 m/s;
e) para exatamente ao chegar ao buraco. 


Questão 5:
(UFCG-PB)
As equipes de testes de automóveis de passeio costumam medir a capacidade de aceleração dos veículos em pistas retas, a partir de dados como apresentados no gráfico abaixo.



Os técnicos coletam os dados a partir de uma linha de referência, onde os carros encontram-se emparelhados, considerando aí a posição inicial e o tempo inicial. A distância entre eles no instante 10 s e suas acelerações a
A e aB, valem, respectivamente:

a) 50 m, 
aA = 1 m/s2 e aB = 2 m/s2
b) 5 m, 
aA = 2 m/s2 e aB = 2 m/s2
c) 25 m, 
aA = 4 m/s2 e aB = 1 m/s2
d) 650 m, 
aA = 1 m/s2 e aB = 4 m/s2 
e) 100 m,  aA = 4 m/s2 e aB = 4 m/s2

Questão 6:
(Vunesp)
O diagrama vetorial mostra, em escala, duas forças atuando num objeto de massa m.



O módulo da resultante dessas forças que estão atuando no objeto é, em newtons:

a) 2
b) 10
c) 4
d) 6
e) 8


Questão 7:
(UEPG-PR)
Quando dizemos que a velocidade de uma bola é de 20 m/s, horizontal e para a direita, estamos definindo a velocidade como uma grandeza:

a) escalar
b) algébrica
c) linear
d) vetorial
e) nenhuma das anteriores


Texto referente às questões 8 e 9.

Três bolas {X, Y e Z} são lançadas da borda de uma mesa, com velocidades iniciais paralelas ao solo e mesma direção e sentido.
A tabela abaixo mostra as magnitudes das massas e das velocidades iniciais das bolas.



Questão 8:
(UERJ)
As relações entre os respectivos tempos de queda t
x, ty e tz das bolas X, Y e Z
estão apresentadas em:


a)
tx < ty < tz
b)
ty < tz < tx
c) tz < ty < tx
d)
tx = ty = tz

Questão 9:
(UERJ)
As relações entre os respectivos alcances horizontais A
x, Ay e Az das bolas X, Y e Z, com relação à borda da mesa, estão apresentadas em:

a)
Ax < Ay < Az
b)
Ax = Ay = Az
c)
Az < Ay < Ax
d)
Ay < Az < Ax

Questão 10:
(UFSCAR)
O mesmo eixo que faz girar as pás de um ventilador faz com que seu corpo oscile para lá e para cá, devido à conexão de uma engrenagem pequena de 4 mm de diâmetro (pinhão) à outra grande de 40 mm de diâmetro (coroa)

.

Considerando
π = 3,1 e sabendo que o período de rotação da coroa é de 1 minuto, pode-se determinar que a hélice do ventilador, presa ao eixo do motor, gira com velocidade angular, em rad/s, aproximadamente igual a

a) 1.
b) 2.
c) 3.
d) 4.
e) 5.

domingo, 29 de junho de 2014

Arte do Blog

O Brasil está sediando a Copa do Mundo pela segunda vez. No período dedicado ao ludopédio publicaremos obras de artistas dos países que concorrem ao cetro. Hoje o país homenageado é o Uruguai, que embora derrotado mostrou garra e determinação, características de nossos vizinhos ao Sul. O artista escolhido para homenagear o país do presidente José Mujica é Joaquim Torres Garcia, reconhecido internacionalmente como um dos grandes pintores do século XX.


Joaquim Torres Garcia

Joaquim Torres Garcia nasceu em 1874, em Montevidéu, no Uruguai. Com 17 anos foi morar em Mataró, na Espanha, onde entrou para La Llotja, que era a escola oficial de Belas Artes. Depois, mudou-se para Barcelona, onde frequentou a Academia Baixa. Participou do Ciclo dos Artistas de Saint Lluc, sob orientação católica. No final da década já estava totalmente integrado ao ambiente modernista do café "Les Quatre Gats".


Em 1903 colaborou com o fabuloso espanhol Gaudi na realização dos vitrais da catedral de Palma de Mayorca, e depois para a Sagrada Família de Barcelona. Em 1910, fez os murais do Pavilhão da República Oriental do Uruguai para a Exposição Universal de Bruxelas.


Em 1928 conheceu Theo van Doesburg, e no ano seguinte conheceu Piet Mondrian. Em 1933 fez exposição no Museu de Arte Moderna de Madri. Em 1934 retornou a Montevidéu e no ano seguinte fundou a Associação da Arte Construtiva, com a publicação "Estrutura". Em 1936 começou a editar a revista "Círculo y Cuadrado", que foi publicada até 1943. Em 1938 fez o Monumento Cósmico para o Parque Rodo de Montevidéu. Em 1939 escreveu "História de mi vida".


Em 1943, começou a funcionar o Atelier Torres-Garcia e dois anos depois publicou a revista "Removedor". Publicou "Universalismo Constructivo: contribución a la unificación del arte y la cultura". Joaquim sustentava a defesa de uma arte própria sul-americana, e seus alunos e seguidores formaram uma escola artística rio-platense.

Joaquim Torres Garcia morreu em Montevidéu, no dia 8 de agosto de 1949.



Clique aqui para saber mais

sábado, 28 de junho de 2014

Especial de Sábado

Um pouco da História da Física

Borges e Nicolau

Olá pessoal. Já apresentamos breves biografias de Isaac Newton, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, Robert Hooke, Johannes Kepler, Arquimedes, Stevin, Torricelli, Pascal, Bernoulli, Fahrenheit, Celsius, Kelvin, Gauss, Joule, Carnot, Watt, Clapeyron, Clausius, Boltzmann, Coulomb, Ampère, Ohm, Pouillet, Volta, Wheatstone, Kirchhoff, Oersted, Faraday, Lenz, Tesla e Thomas Edison, Marconi e Roberto Landell de Moura. Hoje vamos falar um pouco de Maxwell. Aproveitamos para ressaltar a professores e alunos que é da maior importância ampliar as biografias e destacar fatos que apresentem dados interessantes da vida dessas pessoas notáveis que estamos mostrando. Aceitamos colaborações.


Para saber mais clique aqui.

No próximo sábado: Röntgen

sexta-feira, 27 de junho de 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Caiu no vestibular

Para hoje temos:

1) Equação de Gauss
2) Índice de refração

Exercício 1:

(IJSO)
Um espelho esférico côncavo possui vértice V e foco principal F. Sua distância focal é f = 10 cm. Dois pontos luminosos A e B são colocados sobre o eixo principal do espelho, conforme indica a figura.



A imagem de A é A’ e a de B é B’, coincidente  com o próprio B.
                                            
A distância entre A’ e B’ é igual a:

a) 10 cm
b) 20 cm
c) 30 cm
d) 40 cm
e) 50 cm


Resolução:


Ponto luminoso A: 

pA = f - f/3 = 2f/3 = (20/3) cm

Equação de Gauss:


1/f = 1/pA + 1/p'A => 1/10 = 1/30 + 1/p'A => p'A = -20 cm

Se a imagem B’ do ponto B coincide com o próprio B, concluímos que B é o centro de curvatura do espelho. 


Logo, p'B = 2.f = 20 cm

Distância entre A’ e B’:


A'B' = Ip'AI + p'B = 20 cm + 20 cm = 40 cm

Resposta: d

Exercício 2:

(UFF-RJ)
Um feixe de luz monocromática passa de um meio mais refringente para um meio menos refringente. Se


V
refr = módulo da velocidade da luz do feixe refratado 
Vrefl = módulo da velocidade da luz do feixe refletido 
Vinc = módulo da velocidade da luz do feixe incidente

pode-se afirmar corretamente que:

a)
Vrefr < Vrefl = Vinc
b)
Vrefr = Vrefl = Vinc
c)
Vrefr = Vrefl > Vinc
d)
Vrefr = Vrefl < Vinc
e)
Vrefr > Vrefl = Vinc

Resolução:


Como o feixe de luz monocromática passa de um meio mais refringente para um meio menos refringente, podemos concluir que no meio onde a luz incidente se propaga tem maior índice de refração do que o meio para onde se refrata:

ninc > nrefr => c/Vinc > c/Vrefr => Vrefr > Vinc

Por outro lado, os módulos das velocidades dos feixes incidente e refletido são iguais, pois propagam-se no mesmo meio:


Vinc = Vrefl

Portanto, concluímos que:
 

Vrefr > Vrefl > Vinc

Resposta: e

Próxima semana:
Lei de Snell-Descartes

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Fichas - Resumo 1° semestre


Processos de eletrização

Eletrização por atrito

Os corpos atritados adquirem cargas elétricas de mesmo valor absoluto e de sinais contrários.


Eletrização por contato

Os condutores adquirem cargas elétricas de mesmo sinal. Se os condutores tiverem mesma forma e mesmas dimensões, a carga final será igual para os dois e dada pela média aritmética das cargas iniciais.


Eletrização por Indução

Aproxima-se A de B


Liga-se B à Terra


Desliga-se B da Terra

  
Afasta-se A de B



Lei de Coulomb

k: constante eletrostática do meio onde estão as cargas.

No vácuo:




Campo Elétrico

 
A força elétrica que age na carga elétrica q colocada em P é dada pelo produto do valor da carga q pelo vetor campo elétrico E associado ao ponto P.



Se a carga q for positiva, Força e Campo têm o mesmo sentido.
Se a carga or é negativa, Força
e Campo têm sentidos opostos.
Força e Campo têm sempre a mesma direção.


Características do vetor campo elétrico gerado por uma carga elétrica puntiforme Q fixa


 
Se Q for positivo o vetor campo elétrico é de afastamento. Se Q for negativo, o vetor campo elétrico é de aproximação:



Campo elétrico gerado por várias cargas elétricas puntiformes




Linhas de força

São linhas tangentes ao vetor campo elétrico em cada um de seus pontos. São orientadas no sentido do vetor campo elétrico.



Linhas de força no campo elétrico gerado por uma carga puntiforme positiva:



Linhas de força no campo elétrico gerado por uma carga puntiforme negativa:



As linhas de força partem de cargas elétricas positivas e chegam em cargas elétricas negativas.

 
Linhas de força do campo gerado por duas cargas elétricas de mesmo módulo, ambas positivas e uma positiva e a outra negativa:



Campo elétrico uniforme

O vetor campo elétrico E é o mesmo em todos os pontos; as linhas de força são retas paralelas igualmente espaçadas e de mesmo sentido.




Trabalho da força elétrica

τAB = q.(VA - VB)

Energia potencial elétrica

 
Potencial elétrico no campo de várias cargas elétricas puntiformes




Propriedades do potencial elétrico

1. Cargas elétricas positivas abandonadas em repouso num campo eletrostático e sujeitas apenas à força eletrostática, deslocam-se, espontaneamente, para pontos de menor potencial.

2. Cargas elétricas negativas abandonadas em repouso num campo eletrostático e sujeitas apenas à força eletrostática, deslocam-se, espontaneamente, para pontos de maior potencial.

3. Percorrendo-se uma linha de força no seu sentido o potencial elétrico ao longo de seu pontos diminui.

4. Em todo movimento espontâneo de cargas elétricas num campo eletrostático a energia potencial elétrica diminui e a energia cinética aumenta.




Superfície equipotencial

Toda superfície cujos pontos apresentam o mesmo potencial elétrico.
As linhas de força são perpendiculares às superfícies equipotenciais.



Características do campo uniforme


Adicionar legenda


Propriedades dos condutores em equilíbrio eletrostático
  • O campo elétrico resultante nos pontos internos de um condutor em equilíbrio eletrostático é nulo.
  • O potencial elétrico em todos os pontos internos e superficiais de um condutor em equilíbrio eletrostático é constante.
  • As cargas elétricas em excesso num condutor em equilíbrio eletrostático distribuem-se por sua superfície externa.x
  • A densidade elétrica superficial de cargas é maior nas regiões pontiagudas.
  • O vetor campo elétrico num ponto da superfície tem direção perpendicular à superfície.

Campo elétrico de um condutor esférico eletrizado com carga Q


Ponto interno



Ponto externo



Ponto externo e infinitamente próximo da superfície 



Ponto da superfície

 


Potencial elétrico de um condutor esférico eletrizado com carga Q

Pontos internos e superficiais



Ponto externo




Capacitância eletrostática de um condutor isolado


Capacitância eletrostática de um condutor esférico de raio R



Ligação entre dois condutores esféricos



Intensidade média da corrente elétrica 



Energia e potência da corrente elétrica

E
el = P.Δt
J = W.s
kWh = kW.h
P = U.i


Resistores. Lei de Ohm

Lei de Ohm:

Mantida a temperatura constante, a ddp aplicada a um resistor é diretamente proporcional à intensidade da corrente elétrica que o atravessa.

U = R . i

Potência elétrica dissipada por um resistor

P = R.i2
P = U
2/R

Resistividade

A resistência R de um resistor cilíndrico diretamente proporcional ao comprimento L e inversamente proporcional a A da seção transvesrsal:

R = ρ.L/A

A constante de proporcionalidade ρ depende do material que constitui o resistor e da temperatura, sendo denominada resistividade do material.