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Aqui no blog você tem todas as aulas que precisa para estudar Física para a sua escola e para os vestibulares. As aulas são divididas em trê...

terça-feira, 22 de maio de 2012

Cursos do Blog - Termologia, Óptica e Ondas

Estudo dos gases (III)

Borges e Nicolau

Teoria Cinética dos Gases

Gás ideal ou gás perfeito

No estudo do comportamento de um gás, consideramos o seguinte modelo:

• as moléculas do gás movimentam-se caoticamente;
• os choques entre as moléculas e contra as paredes do recipiente são perfeitamente elásticos;
• as moléculas não exercem forças entre si, exceto quando colidem;
• as moléculas apresentam volume próprio desprezível em comparação com o volume ocupado pelo gás.

O gás que obedece a este modelo é chamado gás perfeito ou gás ideal. Um gás real submetido a altas temperaturas e baixas pressões apresenta um comportamento que se aproxima ao de um gás ideal.

Pressão p exercida por um gás perfeito

A pressão p exercida por um gás perfeito pode ser dada em função da densidade μ do gás e da velocidade média v de suas moléculas:


Energia Cinética do gás perfeito

De p = (1/3).μ.v2, vem:


A energia cinética de um determinado número de mols de um gás perfeito é diretamente proporcional à temperatura absoluta.

Velocidade média das moléculas do gás

De Ec = (3/2).n.R.T, resulta:


A velocidade média das moléculas de um gás perfeito, a uma certa temperatura, depende da natureza do gás, dada pela massa molar M.

Energia Cinética média por molécula do gás

Seja N o número de moléculas do gás. A energia cinética média por molécula é dada por:


Sendo NA o número de Avogadro, podemos calcular o número de mols, dividindo N por NA: n = N/NA . Assim, temos:


A relação R/NA = k é denominada constante de Boltzmann e é igual a
1,38.10-23 J/K. Portanto:


Gases diferentes à mesma temperatura têm a mesma energia cinética média por molécula.

Exercícios básicos

Exercício 1:
Um gás perfeito sofre uma transformação isobárica e seu volume é reduzido à metade do valor inicial. A temperatura absoluta do gás:
a) permanece a mesma;
b) duplica
c) triplica
d) cai à metade
e) fica três vezes menor

Resolução: clique aqui 

Exercício 2:
O que ocorre com a energia cinética do gás em virtude da transformação descrita na questão 1?
a) permanece a mesma;
b) duplica
c) quadruplica
d) cai à metade
e) fica quatro vezes menor

Resolução: clique aqui

Exercício 3:
Certa massa de um gás perfeito sofre uma transformação de modo que sua temperatura aumenta de 127 ºC para 327 ºC. A relação entre as energias cinéticas do gás entre os estados inicial e final é igual a:
a) 1/3 b) 2/3 c) 1 d) 4/3 e) 5/3

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Exercício 4:
Um mol de um gás perfeito ocupa o volume de 22,4 L, sob pressão de
1 atm e a 0 ºC. Sendo 1 atm = 105 N/m2 e 1 L = 10-3 m3, qual é a energia cinética do gás?

Resolução: clique aqui

Exercício 5:
Considere um recipiente contendo um gás perfeito. Analise as afirmações:
I) A energia cinética do gás independe da temperatura a que o gás se encontra.
II) A 0 ºC a energia cinética do gás é nula.
III) A energia cinética média por molécula independe da natureza do gás.
Tem-se:
a) Somente a afirmação I) é correta.
b) Somente a afirmação II) é correta.
c) Somente a afirmação III) é correta.
d) Todas as afirmações são corretas.
e) Somente duas das afirmações são corretas.

Resolução: clique aqui
x
Exercício 6:
Dois recipientes, A e B, contém gases de naturezas diferentes. Os gases estão à mesma temperatura. O gás do recipiente A tem massa molar maior do que a do recipiente B. Sejam vA e vB as velocidades médias das moléculas de A e B, respectivamente. Pode-se afirmar que:

a) vA = vB
b) vA > vB
c) vA < vB
d) vA = 2vB
e) vA = vB/2

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

Dica do Blog


Eclipse parcial sobre a baía de Manila 
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Eclipse anular do Sol
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Cursos do Blog - Mecânica

Cinemática vetorial (III)

Borges e Nicolau

Composição de movimentos

Considere um barquinho movendo-se nas águas de um rio. O movimento do barquinho em relação às águas chama-se movimento relativo.
O movimento das águas que arrastam o barquinho em relação às margens é o movimento de arrastamento.
O movimento do barquinho em relação às margens, isto é, em relação à Terra, é o movimento resultante.

A velocidade do barquinho em relação às águas é a velocidade relativa
(vrel).
A velocidade das águas, isto é, a velocidade da correnteza é a velocidade de arrastamento (varr).
A velocidade do barquinho em relação às margens é a velocidade resultante (vres).

Tem-se a relação vetorial:


Portanto: a velocidade do movimento resultante é a soma vetorial das velocidades dos movimentos relativo e de arrastamento.

Considere os casos:

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Exercícios básicos

Exercício 1:
Um barco desce um rio com velocidade em relação às margens de módulo 20 m/s e, a seguir, sobe o rio com velocidade de 8,0 m/s também em relação às margens. Determine o módulo da velocidade do barco em relação às águas, considerado o mesmo na subida e na descida e o módulo da velocidade da correnteza.

Resolução: clique aqui 

Exercício 2:
Um ônibus se desloca em movimento retilíneo e uniforme com velocidade de módulo 72 km/h, em relação a uma estrada.
Um menino sai da parte traseira do ônibus e com passadas regulares se desloca até à parte dianteira, percorrendo em 5 s a distância de 10 m em relação ao ônibus. Determine:
a) O módulo da velocidade do menino em relação ao ônibus e em relação à estrada.
b) A distância que o menino percorre, em relação à estrada ao se deslocar da parte traseira até à parte dianteira do ônibus.

Sugestão:

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Exercício 3:
Um barco atravessa um rio de margens paralelas e de largura 2,0 km, com velocidade em relação à correnteza de módulo 8,0 km/h. O barco sai de um ponto A de uma margem e mantém seu eixo sempre perpendicular à correnteza, atingindo a outra margem.
A velocidade da correnteza é constante e de módulo igual a 6,0 km/h. Determine:
a) o módulo da velocidade resultante do barco;
b) a duração da travessia;
c) o módulo da velocidade resultante do barco para que ele saia de A e atinja um ponto B da margem oposta, exatamente em frente ao ponto A de partida.

Resolução: clique aqui
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Exercício 4:
Um avião possui em relação à Terra uma velocidade de 600 km/h, na direção norte-sul e sentido de sul para norte. Repentinamente o avião enfrenta um forte vento com velocidade, em relação à Terra, de 100 km/h, na direção oeste-leste e no sentido de oeste para leste. Para que o avião continue em sua rota original, qual deve ser o módulo da velocidade do avião em relação ao ar e qual é aproximadamente o ângulo que o eixo longitudinal do avião deve fazer com a direção norte-sul? É dada a tabela:

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Sugestão:

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Exercício 5:
A chuva cai verticalmente com velocidade de módulo 3,0 m/s, em relação ao solo. Não há ventos. Uma pessoa caminha horizontalmente com velocidade de módulo √3 m/s. Para não se molhar ela inclina seu guarda-chuva de um ângulo θ com a horizontal. Qual é o valor de θ?

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Sugestão:

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domingo, 20 de maio de 2012

Arte do Blog

 Dinheiro, 1965

Larry Rivers

Larry Rivers, artista americano nasceu em Nova Iorque, em 1923. Precursor do que hoje chamamos de multimídia, Rivers foi músico, cenógrafo, cineasta e ator ocasional, além de artista plástico. A carreira artística teve início com Larry estudando e tocando saxofone ao lado de Miles Davis, um dos expoentes do jazz, de quem foi amigo até a morte deste, em 1991.

 Soldado confederado, 1970

Rivers é considerado por muitos estudiosos como o "Poderoso Chefão" da arte pop. Isso porque ele foi um dos primeiros artistas a fundir a arte não-narrativa com abstração objetiva.

 Camelo aberto, 1978

Rivers começou a pintar em 1945, tendo estudado na Escola Hans Hofmann entre os anos de 1947 e 1948 e depois na Universidade de Nova York.

 Madame Butterfly, 1978

Os artistas pop da New York School reproduziam objetos do cotidiano da cultura popular americana, transformando-os em arte. Larry Rivers foi um dos onze artistas de Nova York que se destacaram em 1955.

 Kennedy e De Gaulle. 1961-62

Considerado um dos mais importantes artistas americanos do pós-guerra, Rivers continuou em atividade até sua morte, em 14 de agosto de 2002. Em 2002 uma grande retrospectiva de seu trabalho foi realizada na Corcoran Gallery of Art , em Washington, DC.

Saiba mais aqui e aqui

sábado, 19 de maio de 2012

Exercícios especiais

Viagem curta
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Borges e Nicolau

Um motorista dirige para o sul a 20 m/s durante 3 minutos, entâo dobra para o oeste e viaja durante 2 minutos a 25 m/s; finalmente, dirige-se para o noroeste a 30 m/s por 1,0 min. Para essa viagem de 6 minutos, determine:

a) o deslocamento escalar;
b) o módulo do vetor deslocamento;
c) a velocidade escalar média;
d) o módulo da velocidade vetorial média.

Resolução:


No trecho 1, entre (1) e (2)
v = 20 m/s; Δt = 3 min = 180 s. De v = Δs/Δt, vem: Δs = 20.180 (m) = 3600 m 
No trecho 2, entre (2) e (3)
v = 25 m/s; Δt = 2 min = 120 s. De v = Δs/Δt, vem: Δs = 25.120 (m) = 3000 m 
No trecho 3, entre (3) e (4)
v = 30 m/s; Δt = 1 min = 60 s. De v = Δs/Δt, vem: Δs = 30.60 (m) = 1800 m

a)
Deslocamento escalar (ou variação de espaço) Δs é a soma das variações de espaço.
Δs = (3600 + 3000 + 1800) m => Δs = 8400 m

b)
Módulo do vetor deslocamento (d)
O vetor deslocamento (d) tem origem no ponto de partida e extremidade no ponto de chegada. Para calcular seu módulo precisamos saber a medida do lado do quadrado sombreado, cuja diagonal mede 1800 m.
Lembrete: a diagonal (di) do quadrado é igual ao produto do lado pela raiz
de 2 (di = L.√2).


Adotando 2 = 1,41, obtemos L = 1800/1,41 ≅ 1276 m.


Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo sombreado obtemos o módulo d do vetor deslocamento d:
d2 = (2324)2 + (4276)2 => d2 = 5400976 + 18284176 =>
d = (23685152)
d = 4866,73 => d 4867 m

c)
Velocidade escalar média (vm)
vm = Δs/Δt => vm = 8400/360 => vm = 23,3 m/s

c)
Módulo da velocidade vetorial média (vvm)
vvm = IdI/Δt => vvm = 4867/360 => vvm = 13,5 m/s

Especial de Sábado

Ganhadores do Premio Nobel de Física

Borges e Nicolau
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1953
Frits Zernike pela invenção do microscópio de contraste de fase.

Frits Zernike (1888-1966), físico holandês

Frits Zernike foi distinguido com o Prêmio Nobel de Física em 1953, pela invenção do microscópio de contraste de fase que utiliza o fenômeno da interferência para fornecer alto contraste.

Saiba mais. Clique aqui 

Próximo Sábado: Ganhadores do Premio Nobel de 1954:
Max Born pela interpretação estatística da função de onda e Walther Bothe pelo método da coincidência e pelas descobertas decorrentes.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Caiu no vestibular

Descendo e subindo

(UFC-CE)
Duas pessoas pegam simultaneamente escadas rolantes, paralelas, de mesmo comprimento L, em uma loja, sendo que uma delas desce e a outra sobe.
A escada que desce tem velocidade VA = 1 m/s e a que sobe, VB. Considere o tempo de descida da escada igual a 12 s. Sabendo-se que as pessoas se cruzam a 1/3 do caminho percorrido pela pessoa que sobe, determine:
A) a velocidade VB da escada que sobe.
B) o comprimento das escadas.
C) a razão entre os tempos gastos na descida e na subida das pessoas.

Resolução:

A)


No instante t em que se cruzam a pessoa A percorreu a distância 2L/3 = VA.t (1), enquanto que B percorreu L/3 = VB.t (2). VA e VB são as velocidades em módulo.

Dividindo membro a membro (1) por (2), vem:

2 = VA/VB => 2 = 1/VB => VB = 0,5 m/s

B)
Sendo TA = 12 s o tempo de descida, temos:

L = VA.TA => L = 1.12 => L = 12 m

C)
Sendo TB o tempo de subida, resulta:

L = VB.TB => 12 = 0,5.TB => TB = 24 sTB/TA = 24/12 => TB/TA = 2 => TA/TB = 0,5

Respostas:
A) 0,5 m/s
B) 12 m
C) 0,5

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cursos do Blog - Eletricidade

Capacitância eletrostática de um condutor isolado

Borges e Nicolau

Ao eletrizarmos um condutor com carga elétrica Q, ele adquire potencial elétrico V. Alterando-se a carga elétrica Q, o potencial elétrico V do condutor se altera na mesma proporção. Isto significa que Q e V são grandezas diretamente proporcionais. Portanto o quociente Q/V é constante e recebe o nome de capacitância C do condutor.

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Capacitâcia eletrostática de um condutor esférico de raio R

O potencial elétrico de qualquer ponto de um condutor esférico é dado por
V = k0.Q/R.
Substituindo-se em C = Q/V, resulta:

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Exercícios básicos
x
Exercício 1:
Um condutor eletrizado com carga elétrica Q = 3 μC, adquire potencial elétrico
V = 2.103 volts.
a) Determine a capacitância do condutor em nF (nano farad).
b) Dobrando-se a carga elétrica do condutor o que ocorre com o seu potencial elétrico? 
x
Resolução: clique aqui
x
Exercício 2:
Um condutor está eletrizado com carga elétrica Q = 6 μC e sob potencial elétrico
V = 5.103 volts. Se a carga elétrica do condutor for reduzida a Q’ = 1,5 μC, qual será seu novo potencial elétrico V’?

Resolução:
clique aqui

Exercício 3:
Qual deveria ser o raio de um condutor esférico para que sua capacitância fosse igual a 1 μF?
Dado: k0 = 9.1
09 N.m2/C2. 

Resolução: clique aqui

Exercício 4:
Considerando-se a Terra um condutor esférico de raio R = 6,3.
103 km, qual é sua capacitância?
Dado:
k0 = 9.109 N.m2/C2. 

Resolução: clique aqui

Exercício 5:
Uma bexiga de forma esférica possui raio R e está eletrizada com carga elétrica Q, uniformemente distribuída em sua superfície. Seja C sua capacitância e V seu potencial elétrico. Infla-se a bexiga de modo que seu raio passa a ser igual a 2R e sua carga elétrica permanece igual a Q. Nesta nova condição, a capacitância da bexiga e o seu potencial elétrico são, respectivamente, iguais a:

a) 2C e V
b) 2C e 2V
c) 2C e V/2
d) C/2 e V/2
e) C/2 e 2V
 

Resolução:  clique aqui 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Cursos do Blog - Termologia, Óptica e Ondas

Estudos dos gases (II)

Borges e Nicolau

Equação de Clapeyron

Sejam p, V e T as variáveis de estado de um gás perfeito. O físico francês Paul-Émile Clapeyron verificou que o quociente (p.V)/T é diretamente proporcional ao número de mols (n) do gás.

Assim, podemos escrever: (p.V)/T = R.n, onde R é uma constante de proporcionalidade, igual para todos os gases, denominada constante universal dos gases perfeitos.

Desde modo, resulta:

Equação de Clapeyron

Sendo n = m/M, onde m é a massa do gás e M a massa molar, podemos escrever:


Valores de R

Os valores de R dependem do sistema de unidades utilizado. Temos:

R = 0,082 (atm.L)/(mol.K)
R 62,36 (mmHg.L)/(mol.K)
R 8,31 J/mol.K
R 2,0 cal/mol.K

Equação geral dos gases perfeitos

De p.V/T = R.n, observamos que para um dado número de mols n, ou seja, para uma dada massa m de um gás perfeito, o produto R.n é constante e portanto: p.V/T = constante. Concluímos, então, que se uma dada massa de gás perfeito passa do estado p1. V1, T1 para o estado p2, V2, T2, podemos escrever:


Particularizando para as transformações já estudadas, temos:

a) Transformação isobárica: p1 = p2  =>  V1/T1 = V2/T2
b) Transformação isocórica: V1 = V2  =>  p1/T1 = p2/T2
c) Transformação isotérmica: T1 = T2  =>  p1.V1 = p2.V2

Exercícios básicos

Exercício 1:
Dez mols de um gás perfeito exercem a pressão de 1,0 atm, à temperatura de 0 ºC. Qual é o volume do recipiente que contém o gás?
É dada a constante universal dos gases perfeitos:
R = 0,082 (atm.L)/(mol.K)

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Exercício 2:
Um recipiente contém 6,0 mols de um gás perfeito, sob pressão de 4,0 atm e à temperatura ambiente. A pressão externa é constante e igual a 1,0 atm. Um furo é feito no recipiente e parte do gás escapa até que seja atingido o equilíbrio. Qual é o número de mols do gás que permanece no recipiente?

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Exercício 3:
Certa massa de gás perfeito ocupa um volume de 5,0 L, sob pressão de 2,0 atm e à temperatura de 300 K. O gás sofre uma determinada transformação ocorrendo mudanças em suas três variáveis de estado. Três estados finais são propostos:

I) 3,0 L; 5,0 atm; 500 K
II) 8.0 L; 2,5 atm; 600 K
III) 6,0 L; 4,0 atm; 450 K

Qual destes estados é possível?

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Exercício 4:
A pressão de uma determinada massa de gás perfeito, contida num cilindro provido de êmbolo, triplica e seu volume se reduz à metade. Sejam T1 e T2 as temperaturas inicial e final do gás, medidas em kelvin. Determine a relação T2/T1.

Resolução: clique aqui

Exercício 5:
Determinada massa de um gás perfeito sofre a transformação AB indicada no diagrama. Determine a temperatura T2.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Cursos do Blog - Mecânica

Cinemática vetorial (II)

Borges e Nicolau

Aceleração vetorial média (am)

Seja v1 a velocidade de um móvel num instante t1 e v2 sua velocidade num instante posterior t2.

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A aceleração vetorial média am é o quociente entre a variação da velocidade Δv = v2 - v1 e o correspondente intervalo de tempo
Δt = t2 - t1.


am tem a direção e o sentido de Δv.

Aceleração vetorial instantânea (a)

Aceleração centrípeta (acp)
É a aceleração que indica a variação na direção da velocidade vetorial. Existe aceleração centrípeta sempre que o móvel percorre trajetória curva.

Características de acp:

Módulo: IacpI = V2/R, em que v é a velocidade escalar e R, o raio da curva descrita.
Direção: perpendicular à velocidade vetorial em cada ponto.
Sentido: orientado para o centro (C) de curvatura da trajetória.

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Aceleração tangencial (at)
É a aceleração que indica variação no módulo da velocidade vetorial. Existe aceleração tangencial nos movimentos variados.

Características de at:

Módulo: IatI = IαI, em que α é a aceleração escalar.
Direção: tangente à trajetória.
Sentido: o mesmo de v se o movimento for acelerado, oposto ao de v se o movimento for retardado.

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Aceleração vetorial (a)
É a soma vetorial da aceleração centrípeta (acp) e da aceleração tangencial (at):

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Exercícios básicos
x
Lembrete:
Notação vetorial em negrito
x
Exercício 1:
Um ciclista realiza um movimento circular e uniforme com velocidade escalar v = 10 m/s. No instante t1 = 10 s ele passa pela posição A e no instante t2 = 30 s pela posição B, movimentando-se no sentido horário.

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a) Represente as velocidade vetoriais v1 e v2 nos instantes em que o ciclista passa por A e B, respectivamente.
b) Represente o vetor Δv = v2 - v1.
c) Calcule o módulo de Δv.
d) Calcule o módulo da aceleração vetorial média am no intervalo de tempo de t1 a t2.

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Exercício 2:
Retome o exercício anterior e represente a aceleração vetorial no instante em que o ciclista passa pela posição C e calcule o módulo desta aceleração. Sabe-se que o raio da trajetória é de 100 m.

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x
Exercício 3:
Um carro parte do repouso e realiza um movimento circular e uniformemente variado de raio 100 m, com aceleração escalar
α = 2 m/s2.
a) Calcule os módulos da aceleração centrípeta, da aceleração tangencial e da aceleração total, 5 s após a partida. Sabe-se que neste instante o carro está passando pela posição P.
b) Represente os vetores velocidade, aceleração centrípeta, aceleração tangencial e aceleração total, no instante em que o carro passa por P.

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Exercício 4:
Uma moto desenvolve um movimento circular e num determinado instante passa pela posição P. Neste instante representamos sua velocidade vetorial v, a aceleração resultante a e suas componentes centrípeta acp e tangencial at.
Responda:
a) O movimento da moto, no instante em que passa por P, é acelerado ou retardado?
b) Sendo o módulo da aceleração resultante na posição P igual a 6 m/s2, calcule os módulos das acelerações tangencial e centrípeta.
c) No instante indicado v = 10 m/s, qual é o raio da trajetória?
Dados: sen 30º = 0,5 e cos 30º = 3/2

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x
Exercício 5:
Complete a tabela escrevendo uma das opções: nula ou não nula.

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