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sábado, 28 de janeiro de 2023

Os raios cósmicos

 Apesar do nome, os raios cósmicos não são ondas eletromagnéticas. São partículas extremamente rápidas e altamente energéticas que atingem a Terra. Entre as partículas que constituem a radiação cósmica predominam os elétrons e os núcleos atômicos, principalmente de hidrogênio (prótons).

 

A origem dessas partículas não está perfeitamente esclarecida. O mais provável é que as menos energéticas, em sua maioria, venham do Sol e de nossa própria galáxia, a Via Láctea. As mais energéticas são, possivelmente, oriundas de explosões de estrelas, principalmente as supernovas.

 

Os cientistas brasileiros e as pesquisas com raios cósmicos

 

No Brasil, as atividades envolvendo os raios cósmicos marcam o próprio início das pesquisas físicas em nosso país. Por ocasião da implantação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, em 1934, foi marcante a atuação do físico ucraniano de nascimento, naturalizado italiano, Gleb Wataghin (1899-1986), que hoje empresta seu nome ao Instituto de Física da Unicamp.

 

Ele conseguiu, na época, reunir inúmeros pesquisadores brasileiros, entre os quais se destacaram Marcelo Damy de Souza Santos (1914-2009), Mário Schenberg (1914-1990), Paulus Aulus Pompéia (1911-1992) e mais tarde Oscar Sala (1922-2010), Jayme Tiomno (1920-2011) e César Lattes (1924-2005).

 

Um fato de repercussão internacional foi a descoberta da partícula méson pi ou píon, por César Lattes, em 1947, a partir do estudo dos raios cósmicos. Em 1949, foi criado no Rio de Janeiro o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), coordenado por César Lattes e José Leite Lopes (1918-2006), outro importante pesquisador brasileiro, primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Física. Novas instituições se seguiram, como o Conselho Nacional de Pesquisas, hoje Conselho Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), criado em 1951. Fonte: Os fundamentos da Física; Volume 3

Leia aqui a interessante entrevista de Marcelo Damy de Souza Santos.






Primeira fila: Amélia Hamburger, José Galvão de Pisapia Ramos, Oscar Sala, José Leite Lopes, Jayme Tiomno, Elisa Frota Pessoa, Paulus Aulus Pompéia, Roberto Aureliano Salmeron, Marcelo Damy de Souza Santos, José Israel Vargas, Giorgio Moscati e Henrique Fleming.

Segunda fila: José Antonio de Freitas Pacheco, Fernando Zavislak, Ernest Hamburger, Sílvio Herdade, João Carlos dos Anjos, Carlos Ourivio Escobar, Tereza Borello, Normando Celso Fernandes, José Maria Filardo Bassalo, Penha Maria Cardoso Dias, Iuda Dawid Goldman Vel Lejbman e Newton Bernardes.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

César Lattes

 Cesare Mansueto Giulio Lattes, conhecido como César Lattes, nasceu em Curitiba no dia 11 de julho de 1924.


Realizou parte de seus estudos secundários em Curitiba e graduou-se, em 1943, em Física e Matemática pela Universidade de São Paulo (USP).

César Lattes descobriu a partícula méson pi ou píon, fato que teve repercussão internacional. A descoberta, a partir do estudo dos raios cósmicos, se deu em 1947, no pico de Chacaltaya, nos Andes bolivianos, a 5.600 metros de altitude.

Um ano depois, aos 24 anos de idade, detectou a produção artificial de partículas píon no ciclotron do laboratório na  Universidade da Califórnia, em Berkeley.
 

César Lattes trabalhou com os professores Gleb Wataghin e Giuseppe Occhialini.

Viajou para a Inglaterra com Giuseppe Occhialini, trabalhando no H. H. Wills Laboratory da Universidade de Bristol, dirigido por Cecil Frank Powell.

Apesar de César Lattes ter sido o principal pesquisador e autor do primeiro artigo que descreve o mesón pi, somente Cecil Powell foi agraciado com o Prêmio Nobel de Física em 1950.

Em uma entrevista concedida à Revista Superinteressante em 2005, César Lattes comentou sobre o premio Nobel de Física de 1950: "Apesar de a comissão julgadora ser formada por ingleses, acredito que não foi minha nacionalidade que pesou na decisão do vencedor. Tanto na descoberta do méson pi, em 1946, como na sua criação artificial, em 1948, tive colaboração do Giuseppe Occhialini. Quem deveria ter ganho era ele. E, em 1950, quem levou o prêmio foi o Cecil Powell, que também participou do trabalho. Mas deixa isso para lá. Esses prêmios grandiosos não ajudam a ciência".

César Lattes foi professor e pesquisador na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Esteve novamente nos  Estados Unidos no período de 1955 a 1957. Ao retornar ao Brasil, voltou ao Departamento de Física da Universidade de São Paulo (USP).

Mudou-se para Campinas e em 1963, sendo um dos fundadores do  Instituto de Física da Unicamp, do qual foi professor titular, aposentando-se  em 1986.

César Lattes faleceu em Campinas no dia 8 de março de 2005.

Clique 
aqui e saiba mais sobre este notável cientista brasileiro.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

José Leite Lopes

 José Leite Lopes nasceu no dia 28 de outubro de 1918, no Recife.


Ingressou, em 1935, no curso de Química na Escola de Engenharia de Pernambuco.

Em 1940, iniciou o curso de Física da Faculdade Nacional de Filosofia, no Rio de Janeiro.

Trabalhou no Instituto de Biofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e aprofundou suas pesquisas na Universidade de São Paulo (USP).

Doutorou-se em Física na Universidade de Princeton, em 1946. Foi seu orientador Wolfgang Pauli, premio Nobel de Física em 1945.

Nos anos 1949 e 1950, a convite de Robert Oppenheimer trabalhou no Instituto de Estudos Avançados de Princeton.

Foi um dos criadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). Participou da fundação da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). No período de 1967 a 1971, foi presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF).

Nos anos de 1956 e 1957, a convite de Richard Feynman, foi pesquisador visitante no California Institute of Technology.

Em 1958, previu a existência de uma partícula mediadora neutra nas interações fracas no núcleo do átomo, ajudando a estabelecer as bases da chamada unificação eletrofraca. A contribuição de José Leite Lopes foi lembrada por Steven Weinberg por ocasião do recebimento do Prêmio Nobel de Física, em 1979.

Foi um dos expoentes na introdução da Física Teórica e da Física Moderna no Brasil. Trabalhou pelo ensino da Física nos mais diversos níveis. Traduziu, juntamente com com Jayme Tiomno, o famoso livro Física na Escola Secundária de Blackwood, Herron e Kelly.

Foi professor na Faculdade Nacional de Filosofia. Teve sua carreira interrompida no Brasil, em virtude do Ato Complementar número 75, de 1969. Exilado na França, trabalhou na Universidade de Strasbourg, onde permaneceu até 1985.

De volta ao Brasil, passou a dirigir o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, até o ano de 1989.

José Leite Lopes, faleceu no dia 12 de junho de 2006, no Rio de Janeiro..

Clique 
aqui e saiba mais sobre este notável cientista brasileiro.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Jayme Tiomno

 Jayme Tiomno nasceu no dia 16 de abril de 1920, na cidade do Rio de Janeiro.


Dedicou-se à Física Nuclear, sendo um dos mais importantes cientistas do Brasil.

Iniciou seus estudos secundários na cidade de Muzambinho, em Minas Gerais e concluiu no Rio de Janeiro no Colégio Pedro II. 


Ingressou na Faculdade de Medicina e, antes de concluir o curso, transferiu-se para a Faculdade Nacional de Filosofia, graduando-se em Física.
 

Ganhou, em 1946, uma bolsa para estudos de pós–graduação na Universidade de São Paulo, com o professor Mario Schenberg. Em 1947 foi contratado pela USP como assistente de Física Teórica. 

Foi para a Universidade de Princeton em 1948, onde obteve o PhD em Física, em 1950, regressando, a seguir, ao Brasil. 


Com Cesar Lattes e José Leite Lopes, fundou o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, (CBPF) onde foi professor titular.


Trabalhou na  Universidade de Brasília, no período de 1965 a 1968.


Doutourou-se pela Universidade de São Paulo, em 1968, sendo professor titular de Física da USP. 


Teve sua carreira na USP e no CBPF interrompida pelo AI-5, em 1969. Voltou ao CBPF em 1980.


Foi também professor titular da PUC do Rio de Janeiro em 1973.


Publicou cerca de 100 trabalhos de pesquisa, em diversos campos da Física.


Jayme Tiomno faleceu no dia 12 de janeiro de 2011, no Rio de Janeiro.

Clique 
aqui e conheça um pouco mais da vida deste importante cientista brasileiro.

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Oscar Sala

 Oscar Sala nasceu em Milão, no dia 26 de março de 1922.


Formou-se em Física, em 1943, na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, sendo contemporâneo de uma grupo importante de físicos brasileiros como Marcelo Damy de Souza Santos, Mário Schenberg e César Lattes.

Foi professor assistente da cadeira de Física Geral e Experimental.

Estudou nos Estados Unidos na Universidade de Illinois (1946) e na Universidade de Wisconsin (1948).

Ao regressar ao Brasil, foi responsável pela instalação dos aceleradores eletrostáticos de partículas, o gerador de Van de Graaff e o Pelletron.

Fundou a Sociedade Brasileira de Física, sendo seu primeiro presidente. Dirigiu também a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), assim como a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Nos períodos de 1970 a 1979 e de 1983 a 1987, foi chefe do Departamento de Física Nuclear da USP.

Oscar Sala faleceu em São Paulo, no dia 2 de janeiro de 2010.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

Paulus Aulus Pompéia

 Paulus Aulus Pompéia, nasceu no dia 1 de outubro de 1911, em Sorocaba, São Paulo. Em 1930, ingressou na Escola Politécnica da USP. Participou, junto com outros alunos da Poli, na construção de armamentos para as frentes de batalha, durante a Revolução Constitucionalista de 1932. Foi colega de Mario Schenberg, considerado o maior físico teórico do Brasil. Formou-se em Engenharia Elétrica, em 1935. No ano seguinte foi estudar Matemática na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da USP.


Transferiu-se para o curso de Física, entrando em contato com Gleb Wataghin e passando a integrar o grupo de pesquisa em Raios Cósmicos. O professor Marcello Damy de Souza Santos que participava do grupo, viajou para a Inglaterra e o professor Pompeia o substituiu. Foi enviado pelo Professor Wathagin para aperfeiçoamento na Universidade de Chicago, no laboratório do prêmio Nobel de Física Arthur H. Compton, onde permaneceu até 1942.

Paulus Aulus Pompéia montou na USP o Laboratório de Microscopia Eletrônica, uma técnica de análise pioneira e extremamente poderosa que beneficiou muitos pesquisadores.

A partir de 1950 passou a lecionar no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), sendo um professor extremamente dedicado. Entendia que os cursos de Matemática, Física e Química, deveriam ser a base sobre a qual se assentariam as matérias especializadas. No início de suas aulas no ITA, sempre escrevia no quadro negro:

ENGENHARIA = FÍSICA + BOM SENSO. Contam que o professor Pompéia deixou de escrever esta igualdade quando um aluno chegou mais cedo, em sua aula, e escreveu:FÍSICA = ENGENHARIA – BOM SENSO.

Em 1966 assumiu a cadeira de Física na FAU-USP, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. O professor Sidney Borges, que trabalhou como Web – Designer deste Blog, cursava em 1969 o primeiro ano da FAU, tendo trabalhado como Monitor do curso de Física ministrado pelo professor Pompéia.

Em 1970, deixou a FAU e passou a trabalhar como Superintendente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas, o IPT. Encerrou sua carreira profissional em 1980.

Paulus Aulus Pompéia
 faleceu no dia 10 de fevereiro de 1993.


Conhece mais detalhes da vida deste eminente cientista lendo o artigo escrito pelo prof. Dr. Darwim Bassi. A biografia apresentada no Blog tem por base o artigo indicado.

Clique 
aqui

sábado, 21 de janeiro de 2023

Mario Schenberg

 Mário Schenberg, físico, político e crítico de arte, nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 2 de julho de 1914. 


Depois de realizar seus estudos secundários no Recife ingressou, em 1931, na Faculdade de Engenharia do Recife e, posteriormente, transferiu-se para São Paulo, completando seu curso de Engenharia Elétrica, em 1935, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, a Poli. Simultaneamente fez o Bacharelado em Matemática na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da USP, formando–se em 1936.


Mario Schenberg trabalhou em diversas áreas de Física, como de termodinâmica, mecânica quântica, mecânica estatística, relatividade geral e astrofísica. Foi também  assistente de Gleb Wataghin, tendo trabalhado com eminentes cientistas brasileiros como José Leite Lopes e César Lattes. 


Trabalhou em 1939 no Instituto de Física da Universidade de Roma, com o físico italiano Enrico Fermi, em Zurique com Wolfgang Pauli e em Paris com Frédéric Joliot-Curie. Em 1940 desenvolveu trabalhos conjuntos com o cientista russo George Gamow e, em 1941, com o cientista indiano Subrahmanyan Chandrasekhar que recebeu, em 1983, o premio Nobel de Física pelo seu estudo sobre a estrutura e evolução das estrelas. Voltou ao Brasil em 1942.


Em 1944, tornou-se  professor catedrático de Mecânica Racional na Universidade de São Paulo, onde permaneceu até 1948.


Até o ano de 1953, participou do grupo que estudava raios cósmicas, na Universidade de Bruxelas, do qual faziam parte Ilya Prigogine e Giuseppe Occhialini.


No período de 1953 a 1961 foi diretor do Departamento de Física da Universidade de São Paulo, onde construiu o Laboratório de Física do Estado Sólido. Presidiu a Sociedade Brasileira de Física de 1979 a 1981. 


Elegeu-se por duas vezes deputado estadual de São Paulo, pelo Partido Comunista Brasileiro, na constituinte de 1946 e pelo Partido Trabalhista Brasileiro em 1962. Na época do golpe militar foi cassado e preso sendo aposentado compulsoriamente pelo AI-5 em 1969. Com a abertura política retornou, em 1979, à Universidade de São Paulo.


Devido ao seu interesse por artes plásticas conviveu com inúmeros artistas brasileiros e estrangeiros como Di Cavalcanti, Lasar Segall, José Pancetti, Mário Gruber, Cândido Portinari, Bruno Giorgi, Marc Chagall e Pablo Picasso. Foi também crítico de artes.

Mario Schenberg faleceu no dia 10 de novembro de 1990, na cidade de São Paulo. 


Clique aqui e leia a entrevista que Mario Schenberg concedeu a Amélia Império Hamburger, do Instituto de Física da USP.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2023

Marcelo Damy de Souza Santos

 Marcello Damy de Sousa Santos, físico brasileiro, nasceu no dia 14 de julho de 1914, em Campinas, São Paulo.


Graduou-se, pela Universidade de São Paulo (USP), em 1936, fazendo parte da primeira turma do Curso de Física.

Foi assistente de Gleb Wataghin, dedicando-se ao estudo dos Raios Cósmicos.

Realizou o curso de pós graduação, em 1938, na Universidade de Cambridge, sendo seu supervisor William Lawrence Bragg. Esse, juntamente com seu pai, William Henry

Bragg, foi distinguido, em 1915, com o premio Nobel de Física, por seus trabalhos na análise da estrutura dos cristais, por meio da difração de raios-X.

Retornando ao Brasil, Marcelo Damy, retomou suas pesquisas em Raios Cósmicos, além de trabalhar nas pesquisas sobre o sonar ultrassônico, destinado a localização de submarinos.

No ano de 1945 esteve na Universidade de Illinois, trabalhando com Donald William Kerst, inventor do bétatron. Já de volta ao Brasil, foi responsável pela construção, na USP, do bétatron. Com esse acelerador de partículas iniciou  pesquisas sobre Física Nuclear.

Foi indicado, em 1956, pelo Conselho Nacional de Pesquisas, para a  instalação do Reator do Instituto de Energia Atômica (IEA), atualmente Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN).

Aposentou-se na USP, em 1968, na qual foi Professor Catedrático e Emérito.

Em seguida foi convidado para a implantação do Instituto de Física da UNICAMP.

Marcelo Damy de Souza Santos faleceu em 2009, em São Paulo.

Leia 
aqui a interessante entrevista de Marcelo Damy de Souza Santos

quinta-feira, 19 de janeiro de 2023

Gleb Wataghin

 Gleb Wataghin nasceu na Ucrânia, em 1899. Concluiu os estudos secundários em  Kiev, em 1918. Em virtude da revolução, refugiou-se na Itália, em Turim, onde realizou seus estudos universitários. Foi asssitente da Escola Politécnica da Universidade Turinense, qualificando-se, em 1929, como livre docente em física teórica. Neste mesmo ano, naturalizou-se italiano. Ministrou aulas de Mecânica Racional e Física Superior na Universidade de Turim. Em 1931 iniciou suas pesquisas sobre raios cósmicos.


Convidado a trabalhar no Brasil, Wataghin aceitou o convite e sua atuação foi marcante por ocasião da implantação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, em 1934, Hoje, Gleb Wataghin, empresta seu nome ao Instituto de Física da Unicamp.

Ele conseguiu, na época, reunir inúmeros pesquisadores brasileiros, entre os quais se destacaram Marcelo Damy de Souza Santos (1914-2009), Mário Schenberg (1914-1990), Paulus Aulus Pompéia (1911-1992) e mais tarde Oscar Sala (1922-2010), Jayme Tiomno (1920-2011), Jose Leite Lopes (1918–2006)  e César Lattes (1924-2005).


Em 1949 Wataghin voltou à Italia como professor da Universidade de Turim, a qual torna-se, novamente, uma escola de alto nível relativamente à Física Teórica e Experimental.

Gleb Wataghin faleceu, em 1986, em Turim.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

Cientistas Brasileiros

 Vamos apresentar as pequenas biografias de importantes cientistas brasileiros. Aproveitamos para ressaltar a professores e alunos que é da maior importância ampliar as biografias e destacar fatos que apresentem dados interessantes da vida dessas pessoas notáveis que estamos mostrando. Aceitamos colaborações.


Amanhã iniciaremos com a biografia de Gleb Wataghin







terça-feira, 17 de janeiro de 2023

Cientistas da Hidrostática, Hidrodinâmica, Termologia, Óptica, Ondas e Eletricidade

 São apresentadas, a seguir, as biografias de importantes cientistas que constam, com suas contribuições, para  o desenvolvimento da Física e em particular Hidrostática, Hidrodinâmica  , Termologia, Óptica , Ondas e Eletricidade, que fazem parte da obra  “Os Fundamentos da Física”. Pedimos aos nossos seguidores e às pessoas que acessam o blog para ampliarem as biografias, relatando fatos interessantes das vidas dos citados cientistas.    

 

Clique aqui para ver a biografia de Stevin.
Clique aqui para ver a biografia de Torricelli.
Clique aqui para ver a biografia de Pascal.
Clique aqui para ver a biografia de Bernoulli.
Clique aqui para ver a biografia de Fahrenheit.
Clique aqui para ver a biografia de Celsius.
Clique aqui para ver a biografia de Kelvin
Clique aqui para ver a biografia de Gauss.
Clique aqui para ver a biografia de Joule.
Clique aqui para ver a biografia de Carnot.
Clique aqui para ver a biografia de Watt.
Clique aqui para ver a biografia de Clapeyron.
Clique aqui para ver a biografia de Clausius.
Clique aqui para ver a biografia de Boltzmann.
Clique aqui para ver a biografia de Coulomb.
Clique aqui para ver a biografia de Ampère
Clique aqui para ver a biografia de Ohm
Clique aqui para ver a biografia de Pouillet.
Clique aqui para ver a biografia de Volta.
Clique aqui para ver a biografia de Wheatstone.
Clique aqui para ver a biografia de Kirchhoff.
Clique aqui para ver a biografia de Oersted.
Clique aqui para ver a biografia de Faraday.
Clique aqui para ver a biografia de Lenz.
Clique aqui para ver a biografia de Tesla.
Clique aqui para ver a biografia de Thomas Edison.
Clique aqui para ver a biografia de Marconi.
Clique aqui para ver a biografia de Roberto Landell de Moura.
Clique aqui para ver a biografia de Maxwell.
Clique aqui para ver a biografia de Röntgen.
Clique aqui para ver a biografia de Rutherford.
Clique aqui para ver a biografia de Bohr.
Clique aqui para ver a biografia de Planck.
Clique aqui para ver a biografia de Einstein.
Clique aqui para ver a biografia de De Broglie.
Clique aqui para ver a biografia de Heisenberg.
Clique aqui para ver a biografia de Gell-Mann.
Clique aqui para ver a biografia de Pierre Curie.
Clique aqui para ver a biografia de Marie Curie.
Clique aqui para ver a biografia de James Chadwick.
Clique aqui para ver a biografia de Ernest Lawrence.
Clique aqui para ver a biografia de Otto Hahn.
Clique aqui para ver a biografia de Lise Meitner
Clique aqui para ver a biografia de Enrico Fermi.