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Aqui no blog você tem todas as aulas que precisa para estudar Física para a sua escola e para os vestibulares. As aulas são divididas em trê...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Enem 1


Mantendo a reta

Borges e Nicolau

Planadores voam propulsionados pelo próprio peso, não têm motor. Em condições de ar calmo, lançados ao ar por guinchos ou rebocados por aviões, descrevem trajetórias descendentes.

Mas a descida é suave, a configuração aerodinâmica refinada permite que percorram muitos metros a cada metro descido. Os planadores atuais têm essa relação por volta de 60/1. Assim, um planador que esteja a 1000 metros do solo pode voar 60 km até o "pouso".

Para subir os planadores giram dentro de correntes de ar quente (térmicas) e embora continuem "descendo", sobem com a massa de ar. Pilotos experientes conseguem voar distância superiores a 1000 km aproveitando as correntes atmosféricas.

O planador da figura está na reta final para pousar desenvolvendo velocidade de 80 km/h em relação ao solo. De repente começa a ventar perpendicularmente à direção do voo. O vento, de 80 km/h, também em relação ao solo, tem direção e sentido das setas laranja da figura.

O piloto precisa tomar duas providências para pousar em segurança. Aumentar a velocidade e mudar a proa para a esquerda.

A velocidade indicada no velocímetro (velocidade em relação ao ar) para que o planador toque a pista com 80 km/h em relação ao solo é igual a:

a) 80 km/h
b) 96 km/h
c) 100 km/h
d) 112 km/h
e) 115 km/h
(Considere √2 = 1,4)

Resolução:

O piloto deve compensar o vento e assim manter a velocidade resultante na direção desejada, conforme indica a figura:


Da figura:

A intensidade da velocidade indicada (Vi) é dada:
Vi2 = 802 + 802
Vi2 = 2.802
Vi = 80.√2  => Vi = 80.1,4 => Vi = 112 km/h

Alternativa: d

Enem 2

Automóvel movido por energia solar

Borges e Nicolau

Projeta-se um automóvel movido por energia solar, dotado de um painel de células solares de área 1,5 m2, dispostas perpendicular à direção dos raios solares e com rendimento de 20%. A quantidade de energia solar média por unidade de tempo e por unidade de área que atinge perpendicularmente a Terra é de 1,0 kW/m2. A massa do automóvel é de 1,2 t. Num teste, partindo do repouso, o automóvel é acelerado até atingir a velocidade de 36 km/h, decorrendo um intervalo de tempo igual a:
a) 1,0 s
b) 10 s
c) 2,0.102 s
d) 1,0.103 s
e) 2,0.103 s

Resolução:

Calculo da potência média consumida pelo automóvel:
Pot = 1,0 kW/m2.1,5 m2.0,20
Pot = 300 W
Pot= m.v2/2.Δt
300 = 1200.(10)2/2.Δt
Δt = 2,0.102 s

Resposta: c

Caiu no vestibular

Mola em plano inclinado

(UFLA-MG)
Um corpo de massa 10 kg é preso a uma mola, produzindo, assim, um alongamento de 5 cm (figura A). Coloca-se, agora, esse conjunto mola-corpo sobre um plano inclinado θ isento de atrito (figura B).
Considere a aceleração da gravidade g = 10 m/s2, cos θ = 0,8 e sen θ = 0,6. 


É correto afirmar que no plano inclinado a mola sofre um alongamento de

(A) 0,6 cm.
(B) 0,8 cm.
(C) 4 cm.
(D) 3 cm

Resolução:

Figura A: K.xA = m.g (1)
Figura B: K.xB = m.g.sen θ (2)
(2) dividido por (1):  xB/xA = sen θ
xB/5 = 0,6
xB = 3 cm

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Cursos do Blog - Eletricidade

Eletromagnetismo
Segundo fenômeno eletromagnético

Borges e Nicolau
Todo condutor percorrido por corrente elétrica e imerso num campo magnético fica, em geral, sujeito a uma força Fm, denominada força magnética. Este é o segundo fenômeno eletromagnético.

Vamos dar as características da força magnética Fm que age num condutor retilíneo, de comprimento L, percorrido por uma corrente elétrica de intensidade i e imerso num campo magnético uniforme B. Seja θ o ângulo entre B e o condutor, orientado no sentido da corrente elétrica i.

Campo magnético uniforme: B é o mesmo em todos os pontos. As linhas de indução são retas paralelas igualmente espaçadas e igualmente orientadas. (Clique para ampliar)

Força magnética Fm que age num condutor reto de comprimento L, percorrido por corrente elétrica de intensidade i e imerso num campo magnético uniforme B. (Clique para ampliar)

Características da Fm:

Direção: da reta perpendicular a B e ao condutor.

Sentido: determinado pela regra da mão direita número 2. Disponha a mão direita espalmada com os quatro dedos lado a lado e o polegar levantado. Coloque o polegar no sentido da corrente elétrica i e os demais dedos no sentido do vetor B. O sentido da força magnética Fm seria aquele para o qual a mão daria um empurrão.

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Observação: O sentido da força magnética pode também ser determinado pela regra da mão esquerda. Os dedos da mão esquerda são dispostos conforme a figura abaixo: o dedo indicador é colocado no sentido de B, o dedo médio no sentido de i. O dedo polegar fornece o sentido de Fm.

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Intensidade: a intensidade da força magnética Fm depende da intensidade do vetor campo magnético B, da intensidade da corrente elétrica i, do comprimento L do condutor e do ângulo θ entre B e i. É dada por:

Fm = B . i . L . sen θ

Observe que no caso em que o condutor é disposto paralelamente às linhas de indução, isto é, θ = 0 ou θ = 180º, a força magnética é nula.


Exercícios básicos

Exercício 1
Aplicando a regra da mão direita número 2, represente a força magnética que age no condutor percorrido por corrente elétrica, nos casos indicados abaixo:

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Exercício 2
Uma espira retangular é colocada perpendicularmente as faces norte e sul entre as quais existe um campo magnético uniforme. As linhas de indução do campo partem da face norte e chegam à face sul. Considere o sentido da corrente indicado na figura. Represente as forças magnéticas que agem nos lados AB e CD da espira. Em relação ao observador O qual é o sentido inicial de giro da espira? Horário ou anti-horário?

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Exercício 3
Um condutor retilíneo de comprimento 30 cm está imerso num campo magnético uniforme de intensidade B = 2.10-3 T. Seja i = 5 A a intensidade da corrente elétrica que percorre o condutor. Determine a intensidade da força magnética que age no condutor nos casos indicados abaixo:

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Exercício 4
Um condutor reto, de massa m e comprimento L, encontra-se em equilíbrio sob ação do campo magnético uniforme de intensidade B e da gravidade. Seja g a aceleração gravitacional.

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a) Represente as forças que agem no condutor e indique o sentido da corrente elétrica i, que percorre o condutor.

b) Determine o valor de m em função de B, i, L e g.

Exercício 5
A barra homogênea de peso 2 N e de centro de gravidade CG, está apoiada em A. A espira quadrada CDGH, de peso desprezível e de lado 50 cm, está parcialmente imersa num campo magnético uniforme de intensidade B = 4. 10-1 T. Quando pela espira circula uma corrente elétrica de intensidade i = 4 A a barra fica em equilíbrio na posição indicada. Nestas condições, qual deve ser o peso do bloco J?

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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Cursos do Blog - Termologia, Óptica e Ondas

Reflexão Total

Borges e Nicolau

Observe na figura abaixo a capa do livro PHYSIK.


A fonte de luz encontra-se num meio mais refringente. Existem raios que refratam sem desvio, outros que ao refratar afastam-se da normal. Note que a refração é acompanhada de reflexão. Mas existem raios que só refletem e nada refrata.
É a reflexão total.

Para haver reflexão total duas condições devem ser obedecidas:

• A luz deve se propagar no sentido do meio mais refringente para o meio menos refringente.
• O ângulo de incidência deve ser maior do que um certo ângulo L, denominado ângulo limite, que corresponde a uma refração rasante:



Exercícios básicos

Exercício 1:
Dois meios 1 e 2 de índices de refração 3 e 2, respectivamente, são separados por uma superfície plana. Para haver reflexão total a luz deve se propagar no sentido do meio 1 para o meio 2 ou no sentido do meio 2 para o meio 1?

Exercício 2:
Retome a questão anterior. Qual é o ângulo limite entre este par de meios?

Exercício 3:
Uma fonte de luz F está situada num líquido de índice de refração 2. O índice de refração do ar é igual a 1. Na figura individualizamos um raio de luz R que incide na superfície de separação segundo um ângulo i.


Calcule :
a) O ângulo limite deste par de meios.
b) Para i = 20º ocorre refração ou reflexão total?
c) Para i = 40º ocorre refração ou reflexão total?

Exercício 4:
O ângulo limite para certo par de meios é 37º. Um meio tem índice de refração 1,2. Qual é o índice de refração do outro meio?
Dado: sen 37º = 0,6

Exercício 5:
Um raio de luz propagando-se no ar incide num bloco de vidro de índice de refração 2, conforme indica a figura. Após refratar-se o raio incide na face AB. Nesta face o raio sofre refração ou reflexão total?

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Cursos do Blog - Mecânica

Trabalho de uma força constante. Trabalho do peso
x
Borges e Nicolau

Trabalho de uma força constante segundo uma trajetória retilínea

Uma caixa está sendo deslocada numa superfície horizontal, segundo uma trajetória retilínea, passando da posição A para a posição B. Seja d o vetor deslocamento. Das forças que agem na caixa, vamos considerar a força F, constante e que forma um ângulo θ com d.


Por definição, o trabalho τ realizado pela força constante F no deslocamento d é a grandeza escalar:

τ  =  F.d.cos θ 
x
Quando τ  > 0, o trabalho é chamado Motor
Quando τ  < 0, o trabalho é chamado Resistente

No Sistema Internacional (SI) a unidade de trabalho é o newton x metro que recebe o nome de joule: 1 N.m = 1 J

Casos particulares:

• A força F tem a mesma direção e o mesmo sentido do deslocamento d 
(θ = 0º)


τ = +F.d

• A força F tem a mesma direção e sentido oposto ao do deslocamento d 
(θ = 180º)


τ = -F.d

• A força F é perpendicular ao deslocamento d
(θ = 90º)


τ = 0

Trabalho do peso

Um bloco sofre um deslocamento d, partindo de uma posição A e chegando a outra B. O trabalho do peso P do bloco no deslocamento d é dado por:
τ = P.d.cos θ

Mas sendo cos θ = h/d, resulta:

 τ = P.d.h/d => τ = P.h => τ = m.g.h

Resumindo, para o trabalho do peso, sendo h o desnível entre A e B, temos: 
x
τ = +m.g.h: quando o corpo desce
τ = -m.g.h: quando o corpo sobe

Observação importante: O trabalho do peso de um corpo entre duas posições A e B independe da trajetória. Depende do peso do corpo e do desnível entre A e B. 

Mas qual é o significado físico do trabalho de uma força?

O trabalho de uma força é a medida da energia transferida ou transformada.

Ao ser erguido, a energia potencial gravitacional do bloco aumenta. A energia transferida é medida pelo trabalho da força F que o fio aplica no bloco.

Ao ser abandonado, a energia potencial gravitacional do bloco se transforma em energia cinética. A energia transformada é medida pelo trabalho do peso.

Exercícios básicos:

Exercício 1:
Calcule o trabalho da força constante F de intensidade F = 10 N, num deslocamento d = 2,0 m, nos casos indicados abaixo:


Exercício 2:
Um pequeno bloco de  peso P = 8,0 N, desloca-se numa mesa horizontal passando da posição A para a posição B, sob ação de uma força horizontal F = 10 N. O coeficiente de atrito dinâmico entre o bloco e a mesa é μd = 0,50. Determine os trabalhos das forças, F, Fat, P e FN no deslocamento d = 1,5 m, de A até B. 


Exercício 3:
Calcule o trabalho do peso de um bloco de massa 1,0 kg nos deslocamentos de A até B, segundo as trajetórias (1), (2) e (3). Dados: g = 10 m/s2 e h = 0,5 m.


Texto referente aos exercícios 4 e 5. 

Uma pequena esfera de peso 1,0 N é lançada obliquamente do ponto A do solo horizontal, com velocidade v0. A altura máxima atingida (ponto B) é h = 2,4 m. O ponto C encontra-se a uma altura h/2 do solo. 


Exercício 4:
Calcule o trabalho realizado pelo peso da esfera no deslocamento de A até B.

Exercício 5:
Calcule o trabalho realizado pelo peso da esfera no deslocamento de B até C.

domingo, 2 de outubro de 2011

Arte do Blog

Bicho - Lygia Clark, 1960

Lygia Clark

Lygia Clark (Belo Horizonte, MG, 1920 - Rio de Janeiro, RJ, 1988). Pintora e escultora. Em 1947 toma contato com a arte através de Burle Marx (1909-1994), no Rio de Janeiro. 
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Três anos depois, em 1950, vai a Paris onde vive até 1952, estudando com os mestres Fernand Léger (1881-1955), Arpad Szenes (1897-1985) e Isaac Dobrinsky (1891-1973). De volta ao Brasil integra o Grupo Frente, liderado por Ivan Serpa (1923-1973). É uma das fundadoras do Grupo Neoconcreto e participa de sua primeira exposição, em 1959.
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Gradualmente troca a pintura pela experiência com objetos tridimensionais, realizando em 1960 exposições da série Bichos, construções geométricas metálicas com articulações providas de dobradiças que requerem a participação dos expectadores. Nesse ano leciona artes plásticas no Instituto Nacional de Educação dos Surdos. Posterior à fase dos Bichos tem início a busca da exploração sensorial através de trabalhos como "A casa é o Corpo", de 1968. Participa das exposições Opinião 66 e Nova Objetividade Brasileira, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM/RJ).
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Entre 1970 e 1976 Lygia volta a residir em Paris onde leciona na Faculté d'Arts Plastiques St. Charles, na Sorbonne. Na segunda fase parisiense Lygia afasta-se da produção de objetos estéticos e volta-se para experiências corporais em que busca estabelecer relação com os participantes através dos materiais utilizados nas instalações.
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Em 1976 Lygia retorna ao Brasil continuando a pesquisa em torno das possibilidades terapêuticas da arte sensorial e dos objetos relacionais, o que fará com que no final da vida Lygia considere seu trabalho cada vez mais distante da arte e próximo da psicanálise. A partir do início da década de 1980 a obra de Lygia Clark ganha reconhecimento internacional com retrospectivas em vária capitais do mundo e em mostras expressivas da arte internacional do pós-guerra. (Fonte: Itaú Cultural)
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sábado, 1 de outubro de 2011

Especial de Sábado

Ganhadores do Premio Nobel de Física

Borges e Nicolau
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1915
William Bragg e Lawrence Bragg"pelos trabalhos na análise da estrutura cristalina através da difração de raios-X".

iWilliam Henry Bragg (1862-1942) - William Lawrence Bragg (1890–1971)
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William Lawrence Bragg nasceu em Adelaide, Austrália, onde seu pai, William Henry Bragg, foi professor de matemática e física. A família mudou-se, em 1909, para a Inglaterra. Lawrence, juntamente com seu pai foi distinguido com o premio Nobel de Física, por seus trabalhos na análise da estrutura dos cristais, por meio da difração de raios-X.
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Ao receber o premio Nobel, Lawrence tinha 25 anos de idade.
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Próximo Sábado: Ganhador do Premio Nobel de 1917:
Charles Glover Barkla, pelo estudo dos átomos analisando o espalhamento de Raios–X.
Em 1916 não houve premiação.

Cursos do Blog - Respostas 28/09

Eletromagnetismo. Primeiro fenômeno eletromagnético

Borges e Nicolau

Exercício 1:
Aplicando-se a regra da mão direita número 1, represente no ponto P o vetor campo magnético B nos casos indicados abaixo:

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Resposta:


Exercício 2:
Os fios retilíneos são percorridos por correntes elétricas i1 e i2. Em que quadrante o vetor campo magnético resultante B tem o sentido Ä.

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Resposta: Quadrante III

Exercício 3:
Pequenas agulhas magnéticas são colocadas nos pontos P1, P2, P3 e P4, do campo magnético originado pela corrente elétrica i. Despreze a ação do campo magnético terrestre. Como as pequenas agulhas se dispõem?

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Resposta:


Exercício 4:
Um fio condutor CD e uma agulha magnética situam-se num mesmo plano vertical, conforme indica a figura.

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Ao passar uma corrente elétrica pelo fio, no sentido de C para D, a agulha magnética girará. Em que sentido ocorre o giro, em relação ao observador O? Horário ou anti-horário?

Resposta: Horário

Exercício 5:
O vetor campo magnético no ponto P, situado a uma distância r de um condutor retilíneo percorrido por corrente elétrica i, tem intensidade B. Qual é, em função de B, a intensidade do vetor campo magnético nos pontos P1 e P2 situados à distância r/2 e 2r do condutor?

Resposta: 2B; B/2

Exercício 6:
Três condutores 1, 2 e 3, percorridos por corrente elétrica de mesma intensidade i, estão dispostos conforme mostra a figura. O condutor 2 origina em P um campo magnético de intensidade B. Qual é, em função de B, a intensidade do vetor campo magnético resultante em P?

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Resposta: 3B/2

Exercício 7:
No campo magnético gerado pelas correntes elétricas de intensidades i1 e i2, sabe-se que vetor indução magnética resultante no ponto P é nulo. Qual é a relação i1/i2?

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Resposta: 1/3

Cursos do Blog - Respostas 27/09

Refração da luz. Índice de refração absoluto. Lei de Snell-Descartes

Borges e Nicolau

Exercício 1:
O índice de refração absoluta de um meio é igual a 1,5. Qual é a velocidade de propagação da luz nesse meio? A velocidade de propagação da luz no vácuo é igual a 3,0.108 m/s.

Resposta: 2,0.108 m/s

Exercício 2:
A velocidade de propagação da luz num determinado meio é 2 vezes menor do que a velocidade de propagação da luz no vácuo. Qual é o índice de refração absoluto deste meio?

Resposta: 2

Exercício 3:
Um raio de luz propagando-se no ar incide na superfície de um líquido contido num recipiente. O índice de refração absoluto do ar é 1 e do líquido é3. Sabendo-se que o ângulo de incidência é 60º, determine o ângulo de refração r. 
Dados: sen 30º = 0,5; sen 60º = 3/2

Resposta: 30º

Exercício 4:
Um raio de luz propagando-se no ar incide na superfície de um bloco de vidro. O ângulo de incidência é de 45º e ao passar para o vidro o raio de luz sofre um desvio de 15º. Sendo o índice de refração do ar igual a 1,0, qual é o índice de refração do vidro?

Resposta: 2

Exercício 5:
Observe nas figuras abaixo um raio de luz sofrendo refração. Indique em cada situação qual meio tem índice de refração maior.


Respostas:
a) n2 > n1
b) n2 < n1
c) n2 < n1

Cursos do Blog - Respostas 26/09

Forças em trajetórias curvilíneas. Novos exercícios

Borges e Nicolau 

Exercício 1: 
Um motociclista com sua moto descreve uma trajetória circular de raio R, num plano vertical, no interior de um globo da morte. O motociclista realiza a volta completa, sem descolar do piso. Prove que, nestas condições, a velocidade mínima do motociclista no ponto mais alto da trajetória é dada por 
onde g é a aceleração local da gravidade.

                                      
Resposta:


m.g + FN = m.v2/R 
vmin => FN = 0
m.g = m.v2min/R
vmin = R.g

Exercício 2:
Um carro de massa m entra numa curva de raio R de uma  estrada horizontal. O coeficiente de atrito estático entre a pista e os pneus é igual a μ. Prove que a máxima velocidade com que o carro pode fazer a curva, sem o perigo de derrapar, é dada por
onde g é a aceleração local da gravidade.



Resposta:


Fat = m.v2/R μ.FN
m.v2/R μ.m.g
v2 μ.R.g
vmin = μ.R.g

Exercício 3:
Um automóvel percorre uma pista curva sobrelevada, isto é, a curva apresenta a margem externa mais elevada do que a margem interna. Seja θ o ângulo de sobrelevação, tal que tg θ = 0,15. Com que velocidade escalar o automóvel deve efetuar a curva, independentemente da força de atrito entre os pneus e a pista? É dada a aceleração da gravidade g =10 m/s2 e o raio da trajetória R = 150 m.

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Resposta: 15 m/s

Exercício 4:
Um avião realiza um movimento circular uniforme de raio R = 120 m e com velocidade escalar v = 40 m/s. F é a força de sustentação e P é o peso do avião. Determine a intensidade da força F em função da massa m do avião. Considere 
g = 10 m/s2.


Resposta: 50.m/3

Exercício 5:
O rotor é um cilindro oco que pode girar em torno de seu eixo. Uma pessoa está encostada na parede interna do cilindro, conforme mostra a figura. O cilindro começa a girar e a pessoa gira junto como se ficasse "grudada" no cilindro. Quando atinge uma velocidade angular mínima ωmin o piso é retirado e a pessoa não cai. Seja R o raio do cilindro, g a aceleração local da gravidade e μ o coeficiente de atrito estático entre a roupa da pessoa e a parede do cilindro. 

x
a) Represente as forças que agem na pessoa: o peso P e as componentes Fat (força de atrito) e FN (força normal).
b) Prove que

Resposta:

 
P = Fat
P μ.FN
m.g μ.m.ω2.R
ω2 ≥ g/R.μ
ωmin = g/R.μ